Por norma, uma puta tem de ser indiferente ao formato dos homens que com ela vão para a cama sabendo que o custo da proeza será muito bem cobrado. São homens que raramente lhe dão prazer sexual digno de registo, mas que conseguem como nenhum dos outros fornecer-lhe ferramentas que permitem que usufrua de todos os outros prazeres que existem.
É também normal que aceite as fantasias de cada um. Embora selectiva, uma puta tem de ser flexível. Pode recusar as exigências que implicam uma farda ou máscara, mas tem de ser benevolente em relação às outras.
As que não incomodam, nem perturbam fisicamente, devem ser rentabilizadas.
É essencial que se aprenda a gostar do cliente que suplica que o amarrem, nu, à cama e que o masturbem de modo tão lento quase até à agonia. Aproveitemos a conta bancária e as transferências de somas que vamos insinuando.
Exige apenas a paciência e a perícia. Nada mais do que isso.
As proezas que nos incomodam, podem ser substituídas por manobras de diversão e é por isso que há que aprender muito cedo a masturbar os homens e aperfeiçoar a técnica. Temos de elevar a masturbação a um nível inimaginável. O prazer que é causado deve ser idêntico ao das orgias mais perversas. Se conseguirmos retardar-lhes o orgasmo durante tempo suficiente, ejacularam como bichos acossados, ganindo e uivando. Depois não pedem mais nada.
Aborrecem, mas viciam-se.
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