É extraordinária esta expressão! Acaba por qualificar de modo certeiro o que ocorre.
Raríssimos são os que sorriem durante o orgasmo. Quando o fazem passam por idiotas e nunca são credíveis. A expressão é quase inevitavelmente a mesma que surge quando existe dor, como se houvesse uma entranhada morte subtil no prazer absoluto.
Não gosto dos raros homens que sorriem durante o orgasmo. Gosto dos dolorosos, daqueles em que ejacular é próximo do desfalecer e mesmo que não se inscrevam na lista dos inolvidáveis, mesmo que não passem de bonecos que manipulo e desfaço, gosto de os ver morrer dentro de mim.
Raríssimos são os que sorriem durante o orgasmo. Quando o fazem passam por idiotas e nunca são credíveis. A expressão é quase inevitavelmente a mesma que surge quando existe dor, como se houvesse uma entranhada morte subtil no prazer absoluto.
Não gosto dos raros homens que sorriem durante o orgasmo. Gosto dos dolorosos, daqueles em que ejacular é próximo do desfalecer e mesmo que não se inscrevam na lista dos inolvidáveis, mesmo que não passem de bonecos que manipulo e desfaço, gosto de os ver morrer dentro de mim.
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